08.12.08

 

 

 

Essa sou eu...

Sou Professora, Licenciada em Ensino do 1º Ciclo, na Escola Superior de Educação de Coimbra, Especialista em Informática Aplicada à Educação, Professora de Informática Educacional e Formadora credenciada pelo IEFP. Actualmente cursando Mestrado na Universidade do Minho, em Braga, na área das Tecnologias da Informação e Comunicação. Meu maior desafio é desenvolver o Projectos de Formação de Professores para a utilização das TIC – Tecnologias da Informação e Comunicação na sala de aula. O outro grande desafio é pesquisar Educação à Distância e suas possibilidades para a Formação e-Learning. Deste modo, continuo investindo na minha própria formação.

Este blog foi criado para servir como suporte ao trabalho da Formação do PNEP - Programa Nacional de Ensino do Português (Formação realizada no Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique, sob a Direcção da Formadora Residente  Dra. Maria de Fátima Ferreira).

No âmbito deste trabalho, pretende-se a troca de experiência com os novos recursos, com o objectivo de melhorar os níveis de desempenho dos alunos, através da modificação das práticas de ensino da língua.

Aqui começa o meu trabalho!!!

Beijinhos.... Paty

sinto-me: Feliz
publicado por psylva às 03:02

 

O Desenvolvimento da Linguagem Oral: Percursos de Desenvolvimento

 

É possível afirmar que existe uma relação directa entre o grau de desenvolvimento linguístico à entrada do 1º Ciclo e o sucesso aí alcançado, em particular nos primeiros anos. Concretamente, o domínio da oralidade é determinante na aprendizagem da leitura e da escrita (…) pelo que aquele desenvolvimento deve ser estimulado desde o ensino pré-escolar, sendo o papel do professor do 1º Ciclo crucial.
(Brochura Desenvolvimento Linguístico p.6)
 
Origem da Linguagem
“A espécie humana é a única espécie biológica programada geneticamente para adquirir os sistemas altamente complexos, estruturados e específicos que são as línguas naturais. Na realidade, os seres humanos adquirem espontaneamente, com incrível rapidez e uniformidade, a língua natural da comunidade em que passam os primeiros anos de vida – a sua língua materna – e usam na criativamente como locutores, interlocutores e ouvintes.”                                                                                  
Sim-Sim et al, A Língua Materna na Educação Básica, ME-DEB,1997
 

Actividade Desenvolvida - Aula Visionada I

 

 

Planificação da Aula

 

em actualização

 

 

 

 Recursos / Materiais Utilizados

  • Texto (A Casa do João)
  • Folha para Desenho
  • Ficha de Orientação do Texto
  • Auto-avaliação

Desenvolvimento da Actividade: Ouvir e desenhar

 

 
1)     Ouve a história atentamente e desenha a(s) personagem(ns) principal(ais);
2)     Verificar a quantidade de informação retida após a audição de um texto sem e com a tomada de notas;
3)     Num primeiro momento, é dito às crianças que se vai ler um texto ao qual devem prestar muita atenção porque, posteriormente, irão desenvolver um trabalho relacionado com ele;
4)     O professor faz a leitura em voz alta e, posteriormente, sugere aos alunos que ilustrem, através de um desenho, a informação contida no texto;
5)     Num segundo momento, confrontam-se as crianças com os desenhos e com a história, levando-os a concluir que os desenhos contêm pormenores não descritos no texto, faltando-lhes outros importantes;
6)     Explica-se a importância de tirar notas enquanto se ouve a história, explica-se a estratégia e repete-se a experiência com o texto inicial no qual se modificam alguns pormenores;
7)     Avaliação de todo o trabalho executado.

 

Anexos

  A Casa de João - Texto

 

 

"O João vive numa casa amarela. A casa tem quatro janelas e uma porta castanha. No lado esquerdo da casa há duas pereiras. No lado direito uma garagem com um portão verde.

O pai do João tirou o carro vermelho da garagem porque vai ao futebol".

  

Ficha de Orientação

 

 

 Auto-Avaliação

 

 

Ficha de Desenho (1ª e 2ª Etapa)

 

 

  

Avaliação do Trabalho

 

 

Alguns Trabalhos

Desenho sem Orientação

 

  

Desenho com Orientação

  

Reflexão Final

 

 Brevemente

 

sinto-me: Recompensada
tags:
publicado por psylva às 00:39

 

O conhecimento lexical: um factor de sucesso na aprendizagem da leitura e da escrita

  • O conhecimento lexical está intimamente relacionado com o sucesso na compreensão de leitura, constitui um aspecto fundamental do alargamento do reportório de recursos de escrita.
  • Capitais lexicais reduzidos, são um factor determinante do insucesso escolar.
  • Uma exposição repetida a palavras novas constitui uma fonte importante de desenvolvimento lexical.
Desenvolvimento do conhecimento lexical
  • ensinar à criança o que precisa de saber sobre cada palavra
  • ensinar à criança como usar estratégias de aquisição lexical quando está a ler e estratégias de precisão lexical quando está a escrever
  • ensinar à criança quando usar estratégias reguladoras de aquisição lexical quando está a ler e de precisão lexical quando está a escrever.
                                                           [Rudell 2004]
 
Actividade Desenvolvida - Aula Visionada II
 
 
Construir mapas semânticos a partir de um texto dado
 
 
 
A Colmeia
 
Planificação da Aula
em actualização
 
 
Recursos / Materiais Utilizados
  • Chuva de Ideias (no quadro negro)
  • Texto (A Colmeia)
  • Mapa Semântico
  • Auto-avaliação
Desenvolvimento da Actividade: Construir mapas semânticos a partir de um texto dado
 
 Trata-se de uma actividade que pode ser feita individualmente, em pequenos grupos ou colectivamente.
Dado um texto, de tipo expositivo, e identificada a ideia / a entidade principal, pede-se aos alunos que organizem graficamente a informação que, neste texto, é associada a essa ideia / entidade.
Esta actividade pode ser usada como estratégia para o desenvolvimento da compreensão de leitura.
 
Anexos
A Colmeia – Texto
 
Mapa Semântico para Completar
 
Mapa Semântico Completo
 
Auto-Avaliação
 
 
Registos / Fotografias da Actividade Desenvolvida
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Avaliação do Trabalho
brevemente
 
Alguns Trabalhos
brevemente
 
Reflexão Final
brevemente
 

 

sinto-me: Recompensada
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publicado por psylva às 00:38

 

Enfim o Natal... e como não poderia ser diferente, preparei algumas actividades alusivas a data... Espero que agradem

 

«Levar a criança a entrar na aventura de ler é atraí-la a mil possibilidade de oferecer-lhe uma alternativa importante, a alternativa de pensar, de contemplar, de se aproximar do mundo da fantasia, da aventura, da realidade e do mistério».

                                                                                               Manzano (1988)

 

A leitura é uma competência básica na sociedade actual que, tal como outras actividades linguísticas, é um processo altamente complexo que se prolonga ao longo de todo o percurso escolar e até da vida da pessoa, pois aprender a ler é um processo a longo termo.
 
 

«Ler é compreender, obter informação, aceder ao significado do texto»

Sim Sim, 2007

 

Conteúdo temático: Leitura- Compreensão do texto instrucional - A receita.

O ensino da compreensão de Textos Instrucionais

 

Planificação da Actividade

em actualização

 

 

 Descrição da Actividade de Natal

 

 Textos Instrucionais

 
«Os textos instrucionais fazem parte da vida quotidiana. Em muitos casos, a informação de que necessitamos encontra-se formatada em esquemas, diagramas, gráficos e tabelas, acompanhados de pequenos textos ou simplesmente de frases ou palavras em funções explicativas».
 
Actividades para o desenvolvimento de competências específicas de textos instrucionais
 
1ª Actividade - Roteiro de leitura
 
Cartaz
 
Receita Bolo-Rei
 
Ficha de Actividade
 
Texto: Bolo-rei
 
Objectivo: Conhecer a estrutura de um texto instrucional
 
Actividade: Análise da estrutura de textos instrucionais
 
a) Preenchimento de um “Roteiro de leitura”
 
Exemplo de um roteiro de leitura
 
1. O professor, previamente, recorta o texto em três unidades (com um marcador divide o texto em três partes):
- título, materiais/ingredientes e instruções.
 
2. Com um traço liga cada uma das partes do texto à informação que ela te dá.
 
b) Distribui pela turma o recorte com o título e questiona os alunos
  • Pelo título, que tipo de texto vos parece que vamos ler?
  • Para que serve uma receita de um bolo?
  • Para que possam fazer o bolo o que precisam saber?
  • Que ingredientes vos parece que um bolo de chocolate pode levar?
c) O professor distribui o recorte da receita que contém a lista de ingredientes e pede para verificarem quais os ingredientes que foram referidos e que fazem parte da receita e os que não foram mencionados.
 
2º Actividade - Jogo do Cozinheiro Distraído
 
Compreensão de Textos
 
“JOGO DO COZINHEIRO DISTRAÍDO”
 

COMO FAZER UM BOLO-REI
 

Desenvolvimento de estratégias de antecipação com base em associações lógicas

  1. Individualmente os alunos são desafiados a ajudar um cozinheiro distraído que baralhou duas receitas e agora não sabe como fazer o bolo-rei.
  2. Seleccionar da lista de ingredientes aqueles que pertencem à receita do bolo-rei.
  3. Seleccionar da listagem de acções as que se referem à confecção do bolo-rei.
  4. Recortar as partes relativas à receita do bolo e ordená-las (nas suas 3 partes: Título, lista de ingredientes e listagem de instruções).
  5. Reescrita da receita de bolo-rei.

Cartazes das Receitas

 

 

Receitas para ordenar

 

Bolo-Rei

 

Peru à Moda Antiga

3º Actividade - Livro de receitas

 

 
O livro de receita servirá para futuras actividades que serão realizadas com a professora titular da sala. 
 
Auto-Avaliação
 
Registos / Fotografias da Actividade Desenvolvida
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Acesso as Fichas 
Para ter acesso as fichas de trabalho, entre em:
 
Para aceder a todos os documentos
 
 Receitas para o Jogo no Quadro
 
Planificação Aula Natal
em actualização
 
 Cartaz Peru
 
Receita Peru à Moda Antiga
 
Significado do Natal
 
Cartaz Jogo do Cozinheiro Distraído
 
Descrição da Actividade de Natal
 
Receita Bolo-Rei
 
 Cartaz Bolo-Rei
 
Ficha de Auto-Avaliação
 

Ficha de Trabalho - Actividade de Natal

http://www.scribd.com/doc/8956119/Actividade-de-Natal

 
Avaliação do Trabalho
brevemente
 
Alguns Trabalhos
brevemente
 
Reflexão Final
brevemente
sinto-me: Realizada
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publicado por psylva às 00:37

07.12.08

 

O buraco na linguagem é como o buraco de ozono.
O alastramento de qualquer um provocará o mesmo dano?
Estará em extinção a língua tal como a conhecemos e aprendemos?
Pretenderemos continuar a escrever em Português tal como o conhecemos
agora? Ou modificar e alterar 1,6% do nosso vocabulário?
Diga SIM ou NÃO e apresente as suas razões.

sinto-me: Confusa
publicado por psylva às 23:33

Língua Portuguesa

 

 
A língua materna não só é um importante factor de identidade nacional e cultural como, no domínio do ensino/aprendizagem, desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das competências gerais de transversalidade disciplinar.
Esta área deverá pois garantir aos alunos o desenvolvimento de competências específicas no domínio de:
 
  • compreensão e expressão oral (capacidade para atribuir significado a discursos orais em diferentes variedades do português, bem como capacidade para a sua produção);
  • leitura (implicando a capacidade de descodificar um texto escrito e dele extrair informação e construir conhecimento);
  • expressão escrita (incluindo não só o conhecimento do sistema de representação gráfica adoptado mas também o desenvolvimento dos processos cognitivos e linguísticos necessários ao planeamento, formatação linguística, revisão, correcção e reformulação do texto escrito);
  • conhecimento explícito da língua (desenvolvimento de uma consciência linguística que permitirá o controlo, uso e selecção das estratégias, instrumentos e regras mais adequadas, tanto na compreensão como na expressão, em cada situação de comunicação).
Compreensão oral
  • Capacidade para prestar atenção a discursos em diferentes variedades do Português, incluindo o Português padrão;
  • Capacidade para extrair e reter a informação essencial ao discurso;
  • Familiaridade com o vocabulário e com as estruturas gramaticais da língua portuguesa.
Expressão oral
  • Mobiliza vocabulário diversificado e estruturas sintácticas de complexidade crescente;
  • Expressão de forma confiante, clara e audível, com adequação ao contexto e ao objectivo comunicativo;
  • Capacidade de controlo da voz ao nível da articulação, da velocidade de elocução e curva melódica;
  • Capacidade de desempenhar, de uma forma cooperativa, o papel de locutor, em contexto escolar;
  • Pesquisa e recolhe produções do património oral;
  • Capacidade de formatação de discursos de complexidade crescente.

Leitura

  • Automatização do processo de decifração;
  • Domínio dos mecanismos básicos de extracção de significado de
  • material escrito;
  • Capacidade para perseverar na leitura de um texto.
 
Expressão escrita
  • Conhecimento de técnicas básicas da organização textual;
  • Utilização de técnicas de recolha e organização da informação;
  • Domínio das técnicas instrumentais da escrita;
  • Capacidade para produzir pequenos textos com diferentes objectivos comunicativos;
  • Domínio de técnicas básicas de organização textual;
  • Conhecimento de regras gramaticais básicas (em situação de uso).
sinto-me: Esclarecido
publicado por psylva às 22:08

Princípios Orientadores do PNEP

 

PLANO DO PROGRAMA NACIONAL DE ENSINO DO PORTUGUÊS NO 1.º CICLO - PNEP
 
 
A.   Justificação introdutória
 
A necessidade de melhorar o ensino do Português na educação básica está solidamente fundamentada nos resultados de todos os projectos internacionais em que Portugal participou (Reading Literacy - IEA, 1992, PISA 2000; 2003), nos estudos nacionais (A Literacia em Portugal, 1995), nas provas nacionais de aferição (2000 a 2005) e, mais recentemente, nos exames nacionais do 9.º ano (2005). Em reforço da premência da tomada de medidas urgentes que melhorem os desempenhos dos alunos em competências referentes ao domínio da língua materna, assinalam-se os objectivos referenciais (benchmarks) estabelecidos para a União Europeia, na Cimeira de Estocolmo de 2001, que apontam para a urgência do decréscimo de maus leitores de 15 anos para valores de 15.5% em 2010. O quadro 1 permite uma comparação clara da situação nacional, de acordo com os dados mais recentes do PISA 2003.
 
OCDE 19.1%
União Europeia 19.8%
Portugal 22%
Quadro 1- Maus leitores (desempenhos abaixo do nível 1, numa escala de -1 a 5 )
Fonte: PISA 2003  
 
Para além dos desempenhos abaixo do nível 1, que caracterizam os maus leitores, um olhar mais atento sobre os dados do referido estudo revela que 48% dos jovens portugueses de 15 anos apenas possuem conhecimentos básicos de leitura que lhes permitem, no máximo, localizar uma informação no texto ou identificar o tema principal do que leram. Isto significa que um tão baixo nível de domínio da língua escrita no final da educação básica deixa comprometido definitivamente o sucesso profissional e académico da população em causa.
O Programa Nacional de Ensino do Português no 1.º Ciclo, aqui esquematizado, pretende contribuir para a alteração das condições de ensino da língua portuguesa, nomeadamente no que respeita ao período crucial em que o aluno é formalmente ensinado a ler e a exprimir-se através da língua escrita. Por conseguinte, contemplará, de forma privilegiada, as aprendizagens que suportam a descoberta e a aprendizagem da descodificação da língua escrita (último ano da educação de infância e primeiros anos de escolaridade) e o uso da língua escrita para aprender e estudar (3.º e 4.º anos de escolaridade).
 
B - Princípios, estrutura e objectivos
 
O Programa contempla uma vertente de formação em rede regida por três grandes princípios:
  • A formação dos professores é centrada na escola ou no agrupamento de escolas;
  • A formação dos professores visa a utilização de metodologias sistemáticas e de estratégias explícitas de ensino da língua na sala de aula;
  • A formação dos professores é regulada por processos de avaliação das aprendizagens dos alunos ao nível individual, da classe e da escola.
Estrutura, rede e desenvolvimento do Programa
 
A unidade base da formação é a escola ou agrupamento de escolas que será acompanhada por um formador residente oriundo dos seus quadros, com funções específicas de dinamização e acompanhamento da formação.
A adesão da escola ao projecto de formação implica a ligação da escola à RCTS (a rede de investigação e ensino nacional) para recepção de materiais pedagógicos, de informação orientadora e de comunicação síncrona (on line). Para além do acesso a textos formativos, actividades e materiais exemplificativos a utilizar na prática docente, a formação contará com sessões regulares e presenciais de formação na escola, onde serão (i) discutidos os temas abordados nos textos formativos, (ii) planeadas sequências didácticas, (iii) discutidas as dificuldades de implementação e (iv) reguladas práticas de avaliação das crianças nos domínios pedagogicamente trabalhados. As sessões regulares serão dinamizadas pelo formador residente e integrarão momentos abertos a todos os docentes da escola e momentos de apoio individual ao docente. Regularmente, de acordo com a periodicidade acordada, o formador residente entrará na sala de aula e trabalhará in loco com o docente responsável pela turma.
Os formadores residentes integram o núcleo de formação da ESE/Universidade da região, os quais, através do coordenador designado pela instituição de formação, se articulam com a Comissão Nacional de Coordenação e Acompanhamento do Projecto. Serão também atribuições desse mesmo núcleo a promoção de acções/encontros locais e regionais de formação para as escolas e a elaboração de propostas de materiais e de actividades a serem divulgados nacionalmente. Os coordenadores de formação articular-se-ão com a Comissão Nacional de Coordenação e Acompanhamento e produzirão relatórios periódicos de progresso sobre a formação na sua área de influência.
A Comissão Nacional de Coordenação e Acompanhamento é responsável pela concepção e acompanhamento nacional do Programa e  , definirá os conteúdos a serem trabalhados, produzirá textos formativos, seleccionará artigos e obras publicadas com vista à formação dos docentes, e desenvolverá propostas de actividades, de materiais didácticos e de avaliação, os quais serão disponibilizados a nível nacional através de uma plataforma informática.
Para além da informação actualizada sobre materiais pedagógicos e de avaliação de conhecimento e uso linguísticos, sobre actividades e recursos formativos e sobre a divulgação de encontros ou eventos, regionais ou nacionais julgados pertinentes para a formação, a plataforma permitirá um sistema aberto de comunicação entre professores em formação, escolas de formação e a Comissão Nacional de Acompanhamento. Será ainda da responsabilidade da Comissão Nacional de Coordenação e Acompanhamento a monitorização da formação, realizada através da rede de coordenadores dos núcleos de formação das ESEs/Universidades participantes. Da apreciação dos relatórios de progresso resultarão os ajustamentos julgados necessários à melhoria do Programa, quer em termos regionais, quer a nível nacional. Caberá ainda à Comissão Nacional de Coordenação e Acompanhamento a promoção de encontros, colóquios, seminários nacionais para divulgação e debate de temáticas julgadas pertinentes. A Comissão Nacional de Coordenação e Acompanhamento apoiará a avaliação externa do Programa e responderá perante a tutela.
 
Objectivos específicos do Programa e compromissos inerentes 
 
Objectivos nacionais
  • Melhorar os níveis de compreensão de leitura e de expressão oral e escrita em todas as escolas do 1.º ciclo, num período entre 4 a 8 anos, através da modificação das práticas docentes do ensino da língua.
Objectivos e compromissos para cada escola ou agrupamento participante
  • Assumir o propósito de querer melhorar o nível da escola no desempenho da leitura e expressão escrita dos alunos;
  • Aceitar a existência da figura de um formador residente para dinamizar e acompanhar a formação interna no domínio do ensino da língua;
  • Criar as condições essenciais à dinâmica de formação em contexto no domínio do ensino da língua;
  • Em colaboração com a Comissão Nacional e com os Coordenadores dos Núcleos de Formação, estabelecer metas e formas de avaliação de progresso dos níveis de desempenho da língua escrita dos alunos da escola/do agrupamento participante;
  • Disponibilizar os meios de acesso à informação on line para os docentes em formação e para os alunos;
  • Envolver encarregados de educação, autarcas e outros recursos da comunidade.  
Objectivos e compromissos do professor da turma
  • Assumir que todas as crianças podem aprender a ler e a escrever;
  • Criar a rotina de um tempo de leitura diária recreativa em voz alta pelo professor;
  • Tornar a aprendizagem da língua escrita um desafio interessante para si próprio e para as crianças;
  • Desenvolver um ensino sistematizado da língua escrita, nomeadamente através de actividades e materiais disponibilizados on line e em papel pela equipa coordenadora do Programa;
  • Desenvolver actividades de ensino sistematizado em que esteja explícita uma profunda relação entre o desenvolvimento da oralidade e as competências de leitura e de expressão escrita;
  • Desenvolver um processo de monitorização das aprendizagens das crianças, através da avaliação individual e colectiva da turma;
  • Contribuir com a sua experiência e conhecimento para o enriquecimento formativo de toda a equipa de docentes da escola;
  • Frequentar as sessões presenciais de formação organizadas para a escola.
Objectivos e compromissos das escolas de formação (instituições de ensino superior)
  • Desenhar um programa de acção e o respectivo calendário para 4/5 anos;
  • Avaliar periodicamente a formação desenvolvida no âmbito do programa;
  • Produzir relatórios periódicos sobre o desenvolvimento do programa;
  • Promover a formação interna da equipa de formadores;
  • Dinamizar a ligação entre escolas e agrupamentos de escolas participantes no Programa;
  • Organizar e dinamizar encontros regionais sobre temas e actividades de interesse para a formação de professores;
  • Desenvolver materiais úteis à formação;
  • Desenvolver materiais pedagógicos e de avaliação da aprendizagem da língua no 1.º ciclo do ensino Básico e partilhá-los entre consultores e escolas;
  • Promover a articulação entre o Programa e a formação inicial de professores do 1.º ciclo e de educadores de infância;
  • Promover a articulação entre o Programa e a formação inicial de professores do 1.º ciclo e de professores do 2.º ciclo;
  • Desenvolver investigação no domínio do ensino e da aprendizagem da língua no 1.º ciclo do ensino Básico.
Objectivos e compromissos do formador residente
  • Integrar o núcleo de formação da ESE/Universidade e participar na formação desenhada para o núcleo;
  • Responsabilizar-se pelo acompanhamento da formação nas escolas que lhe forem atribuídas;
  • Dinamizar sessões regulares de formação com todos os docentes da escola sobre temáticas acordadas no núcleo de formação;
  • Realizar o acompanhamento individual aos docentes e, de acordo com o plano de formação, participar directamente nas actividades dentro da sala de aula;
  • Devolver à coordenação do núcleo da ESE/Universidade informação sobre a implementação da formação da(s) escola(s) que apoia;
  • Dinamizar e participar em actividades formativas na(s) escola(s) que apoia.
Objectivos e compromissos da equipa de coordenação nacional 
  • Conceber e acompanhar o Programa de formação;
  • Definir os conteúdos e as metodologias para operacionalização da formação;
  • Promover a articulação com todas as escolas de formação envolvidas no Programa;
  • Acompanhar nacionalmente a implementação das medidas, ajustando-as aos resultados;
  • Construir e divulgar brochuras, em suporte de papel e on line, que funcionem como organizadores da formação e da actividade do ensino da língua no 1.º ciclo;
  • Divulgar bibliografia útil para a formação de professores deste nível de ensino;
  • Definir critérios nacionais para a selecção dos formadores residentes;
  • Disponibilizar meios de formação para os formadores residentes;
  • Promover encontros temáticos para formadores residentes e para professores do 1.º ciclo, educadores de infância e professores do 2.º ciclo sobre domínios necessários à implementação do Programa;
  • Desenvolver e alimentar uma plataforma de comunicação via RCTS que difunda directivas e materiais, acessível a todas as escolas e agrupamentos de escolas;
  • Elaborar e divulgar materiais didácticos em suporte de papel e on line para os professores e para os alunos;
  • Recolher e seleccionar os materiais produzidos pelas escolas de formação e divulgá-los na RCTS, sempre que a qualidade o justificar;
  • Articular-se com serviços, programas e projectos de âmbito nacional, nomeadamente, com o Plano Nacional de Leitura, com a DGIDC, com o CRIE e com o GAVE.
sinto-me: Orientado
publicado por psylva às 20:00

O meu Portfólio do PNEP - Programa Nacional do Ensino do Português - Patrícia S. Lopes
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